tb: QUANTO MAIS TARDE CHEGO E QUANTO MAIS BEBO, MAIS CEDO ACORDO E MAIS AGITADO

As imagens que fiz ontem no La Lapa, pequena casa noturna, como pequeno é este povoado onde vivo, dito paradisíaco mundo afora, não estão à altura de ilustrar um tópico, assim, vou utilizar outros postais da minha conta no Instagram.

Quanto mais tarde chego a casa e mais bebo -- sem nunca chegar a me embriagar, até porque embriaguez constitui fato típico --, mais cedo acordo e mais ativo e excitado.

Lanço mão de vários truques para obter esse resultado, alguns dos quais não vou mencionar, mas sempre durmo um pouco antes de sair, no começo da noite ou à tarde, e faço uso de termogênicos e outras drogas para atletas e fisiculturistas.

No momento, estou usando Clembuterol, ou Pulmonil conforme o fabricante, o termogênico mais forte que se conhece, embora eu tenha outro recurso similar a um termogênico em efeitos e de maior resultado ainda, que não provoca quaisquer colaterais.

Clem -- para os íntimos, sobretudo, os ianques -- provoca muito tremor nas mãos e, em certos casos, por todo o corpo. No Brasil não é fabricado nem receitado senão para uso veterinário em cavalos -- sim, em cavalos! -- e não é recomendável para hipertensos ou cardiopatas em geral.

Trata-se de um broncodilatador em alguns países administrado em humanos para tratar asma, sinusite entre outras moléstias respiratórias.

Como termogênico, funciona aumentando significativamente a quantidade de oxigênio que aspiramos e fica disponível no sangue, o que, sem dúvida, auxilia também nos processo de hipertrofia muscular e nas performances desportivas.

Entrementes, não é uma das minhas opções habituais como termogênico; estou terminando com uma sobra de frasco de 500 ml que tinha aqui, dada a dificuldade, nesta época do ano, de comprar e, ainda, receber em tempo pelos correios o que quer que seja.

O álcool reage com diversos tipos de estimulantes, potencializando seus efeitos.

Mas, sem os mais de trinta e cinco anos de experiência nesse mundinho do fisiculturismo, sem alguns conhecimentos "alquímicos" de que me envaideço, e a boa disposição do meu organismo para tais drogas, já amplamente comprovada; sem a pressão arterial na base de 11/7, o coração sem apresentar qualquer alteração -- i.e., perfeitamente saudável -- eu mesmo não me arriscaria com esse tipo de combinação, sobretudo, envolvendo bebida alcoólica.

Hoje, quando abri o computador, eram seis da manhã. Agora, passam das 07:20 H e ainda sinto o efeito do álcool no meu sangue, mas tal efeito é, nesta manhã, francamente agradável. Nunca tenho ressacas.

Ao entrar na Rede, o primeiro fórum que visitei e onde interagi, escrevendo algo foi um sobre concursos de beleza, especificamente de Misses, criado por colombianos -- e com sede declarada na Colômbia. Em seguida, fui a outro sobre a Segunda Guerra Mundial, onde interagi bastante. Passei por alguns fóruns sobre artes marciais; reagi a postagens em uns dois sobre filosofia e estou aqui. Não direi "blogando", nem a fazer diário: nenhum dos termos me agrada muito.

Este é um momento em que, amiúde, com as alvas do dia na Ilha Grande, pulo da cama para escrever um texto, em geral, poesia, que me incomodou durante o sono e se achava na ponta da minha língua, quase objetal e concreto.

Mas, nesta data, resolvi falar sobre o meu dia-a-dia, coisa que tenho feito pouco em função, talvez, de estar economizando verbas para algo que pretendo realizar no começo de fevereiro, o que modifica a intensidade e qualidade dessa narrativa autodescritiva -- quiçá, narcísica em termos freudianos...

No La Lapa, ainda há pouco, comia um... steak, ou bife, como prefiro dizer, dos mais suculentos com uma salada de alface americana e croûton; e bebia, para começar, uma Gabriela, bebida artesanal fabricada na cidade vizinha de Paraty, também considerada patrimônio mundial pela Unesco, como a Ilha Grande, embora só admita pensar nela, Paraty, e também na Ilha como patrimônios nossos, não-internacionalizados.

A Gabriela de Paraty tem como base um liquor de cachaça, segundo um experto, e não a cachaça como se a consome em caipirinhas, por exemplo; leva mel, certamente, cravo e canela, entre outros temperos a saber, e se trata de uma bebida doce para quem sabe beber, porque "pega", e pega subitamente para os desavisados.

Tomei cerveja e, para "ficar suave" de uma vez, algum Gin puro com gelo. Depois permaneci na cerveja e desfrutando de algum carinho amigo até quando a casa suportou.

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